A partir da década de 30, firmou-se como a droga do carnaval. Perdeu popularidade, mas ainda é usado em festas de adolescentes. Provoca euforia e torpor. Ao ser inalado, o éter etílico contido em sua fórmula entra na circula-ção sangüinea e leva o cérebro a funcionar mais lentamente. Ao cheirar “lança” é comum o usuário sentir tonturas, fica mais desinibido e sofre alterações visuais e auditivas. Perde a coordenação motora e acaba desmaiando. O efeito de cada inalada em média é de dois minutos. O grande perigo é a morte por parada cardíaca devido ao aumento nos batimentos cardíacos. A inalação continuada de vapores de éter pode produzir cefaléias, astenia, anorexia, alterações psíquicas, lesões cardíacas e renais. O éter absorvido é eliminado, em sua maior parte e de forma inalterada, pelo pulmão.